Publicado em João Paulo ZucolotoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Recomendei pro meu Pai. Já começamos o tratamento e seguimento. Virou minha hepatologista de referencia!Publicado em Amalia CoelhoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Fui muito bem atendida pela dra Nathalia. Atenciosa, me ouviu com atenção e respondeu várias das minhas dívidas. Me perguntou o que eu achava sobre o tratamento recomendado, não foi autoritária, se mostrou muito compreensiva. Se tornou minha médica!Publicado em Felipe FurtadoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Ótima profissional, extremamente competente e atenciosa.Publicado em Fernanda DacacheTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Nathalia é uma profissional excelente, atenciosa e atenta com todos os detalhes. Recomendo!Publicado em Caio Cesar Alves VasconcellosTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Uma médica brilhante, super atenciosa e inteligente. Explica muito bem e tem muita paciência.Publicado em Isadora OrtizTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Dra Nathália é muito acolhedora, explica tudo detalhadamente, mostra muito conhecimento e é um amor de pessoa! Recomendo!Publicado em Aline BusnardoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Médica atenciosa e muito competente. Fui muito bem atendida e recomendo fortemente.Publicado em Pablo PlubinsTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Excelente profissional, muito conhecimento e bom atendimento!
A esteatose hepática é caracterizada pelo acúmulo de gordura no fígado, podendo estar relacionada à síndrome metabólica, ao consumo de álcool ou ao uso de determinados medicamentos. Trata-se de uma condição bastante comum na população, mas frequentemente subestimada.
É um equívoco considerar a esteatose como “apenas uma gordurinha no fígado”: em parte dos casos, ela pode evoluir para formas mais graves, como a esteato-hepatite e a fibrose hepática.
O acompanhamento médico especializado é fundamental para identificar o risco de progressão e instituir medidas capazes de evitar complicações futuras.
Existem diversos tipos de hepatites virais, sendo as mais comuns as hepatites A, B e C.
A hepatite A costuma se manifestar como um quadro agudo, que não evolui para a forma crônica. Apesar disso, durante a fase aguda pode apresentar gravidade, motivo pelo qual merece atenção e acompanhamento médico.
A hepatite B pode evoluir para cronicidade. Nesses casos, há tratamento disponível, indicado em situações específicas para reduzir o risco de progressão para doença hepática crônica e câncer de fígado. Existem diferentes opções de medicação eficazes, e a escolha da mais adequada depende de uma avaliação médica criteriosa, considerando o grau de dano hepático, as comorbidades do paciente e os possíveis efeitos adversos.
Já a hepatite C apresenta maior risco de evolução crônica. Atualmente, dispomos de tratamentos modernos e altamente eficazes, capazes de alcançar a cura em mais de 90% dos pacientes. Como pode permanecer silenciosa por muitos anos, o diagnóstico precoce é fundamental.
O achado de nódulos em exames de imagem é bastante comum e, muitas vezes, causa grande preocupação. No caso do fígado, esses nódulos podem ter origem benigna ou maligna.
Entre os nódulos benignos mais frequentes estão o hemangioma, a hiperplasia nodular focal e o adenoma hepático. Já entre as causas malignas mais comuns destacam-se as metástases de outros órgãos, o carcinoma hepatocelular e o colangiocarcinoma.
Diante desse tipo de achado, é fundamental a avaliação por um médico especialista, capaz de solicitar os exames adequados para diferenciar essas condições e definir a melhor forma de acompanhamento ou tratamento.
A cirrose hepática é consequência de um dano crônico ao fígado, que pode ter diferentes causas. Ela pode ser identificada ainda em fases assintomáticas, muitas vezes por alterações encontradas em exames de imagem ou laboratoriais, mas também pode se manifestar em estágios mais avançados, quando surgem complicações conhecidas como cirrose descompensada — incluindo ascite, encefalopatia hepática e hemorragia digestiva relacionada à hipertensão portal.
Trata-se de uma condição potencialmente grave, que exige acompanhamento médico especializado para retardar sua progressão, reduzir complicações e oferecer ao paciente a melhor qualidade de vida possível.
O transplante hepático é o tratamento indicado para diversas condições, como cirrose em estágio terminal, algumas neoplasias do fígado, doença policística com sintomas compressivos, adenomatose múltipla, entre outras situações específicas.
Esse procedimento é realizado em centros especializados e credenciados, que contam com equipes multidisciplinares altamente treinadas. Faço parte de uma dessas equipes, atuando no maior centro de transplante do estado do Rio de Janeiro.
A avaliação em consultório é fundamental para identificar o momento adequado de encaminhar o paciente ao centro de transplante e para otimizar toda a preparação antes da cirurgia. Esse cuidado prévio é essencial para reduzir riscos e melhorar a recuperação no pós-operatório.
Diversos medicamentos e fitoterápicos podem causar toxicidade ao fígado. Esse é um problema cada vez mais frequente nos dias atuais. Um exemplo importante é a toxicidade hepática induzida por quimioterapia, bastante comum diante dos avanços e novas drogas utilizadas no tratamento oncológico.
Essa complicação pode levar à necessidade de ajustes ou até à interrupção do tratamento do câncer, prejudicando a condução terapêutica. Por isso, o acompanhamento com o hepatologista é fundamental para identificar precocemente os sinais de toxicidade, minimizar os danos ao fígado e possibilitar a continuidade segura do tratamento oncológico.